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Queer Lisboa 21 e Queer Porto 3 revelam primeiras novidades

O 21.º Queer Lisboa vai homenagear uma das mais inovadoras realizadoras e artistas multimédia da atualidade, tendo sido uma das primeiras artistas a trabalhar a Internet como ferramenta artística. Shu Lea Cheang estará em Portugal para apresentar vários dos seus trabalhos e ainda para dar uma masterclass focada na sua obra. A artista, natural de Taiwan, cujos trabalhos fazem parte das coleções de instituições como o Museu Guggenheim, será alvo de uma retrospetiva a ter lugar no Cinema São Jorge e no MNAC – Museu Nacional de Arte Contemporânea do Chiado.
No âmbito desta retrospetiva, será exibido em estreia internacional o projeto Wonders Wander, concebido propositadamente para o Madrid Pride 2017, e será também exibida em formato de instalação, durante o dia 21 de setembro, no âmbito da exposição Arte e Género, do MNAC, a obra interativa Brandon, inspirada na história de vida de Brandon Teena (conhecido do grande público no filme Boys Don’t Cry), comissariada e restaurada em 2017 pelo Museu Guggenheim de Nova Iorque.
A 3.ª edição do Queer Porto vai dar destaque à obra do realizador norte-americano Peter Friedman, autor de um dos mais importantes documentários sobre o VIH/Sida e as suas implicações sociais e políticas, Silverlake Life: The View From Here (1993), que será exibido em estreia nacional, com a presença do realizador no Porto. Silverlake Life foi realizado com Tom Joslin, de quem será exibido em estreia absoluta o documentário Black Star: Autobiography of a Close Friend (1977).
O destaque ao trabalho de Peter Friedman foi o mote para a organização de um programa temático, This Is Me, dedicado à representação autobiográfica no cinema queer. Dentro do programa, oportunidade única para assistir a um conjunto de curtas-metragens da realizadora, ativista e figura incontornável do cinema experimental queer norte-americano, Barbara Hammer, cujo trabalho foca questões da política do corpo. Fazem parte do programa outras obras e figuras marcantes que contribuem para uma reflexão sobre questões de autobiografia queer, como o documentário biográfico do fotógrafo Robert Mapplethorpe, Mapplethorpe: Look at the Pictures, e o já clássico Tarnation, de Jonathan Caouette.
O Queer Lisboa 21 inaugura com a estreia nacional do muito aguardado God’s Own Country (2017), realizado por Francis Lee, premiado com o Directing Award da secção World Cinema Dramatic do Festival de Sundance, e que teve honras de abertura da última edição do Festival de Cinema de Edimburgo. 
Também em estreia nacional, 1:54 (2016), de Yan England, aborda a problemática do bullying nas escolas. O filme será exibido no Encerramento do Queer Porto e, em Lisboa, será apresentado em sessão especial com a presença de Yan England, numa colaboração com a Embaixada do Canadá em Lisboa.  

O 21.º Queer Lisboa vai homenagear uma das mais inovadoras realizadoras e artistas multimédia da atualidade, tendo sido uma das primeiras artistas a trabalhar a Internet como ferramenta artística. Shu Lea Cheang estará em Portugal para apresentar vários dos seus trabalhos e ainda para dar uma masterclass focada na sua obra. A artista, natural de Taiwan, cujos trabalhos fazem parte das coleções de instituições como o Museu Guggenheim, será alvo de uma retrospetiva a ter lugar no Cinema São Jorge e no MNAC – Museu Nacional de Arte Contemporânea do Chiado.

No âmbito desta retrospetiva, será exibido em estreia internacional o projeto Wonders Wander, concebido propositadamente para o Madrid Pride 2017, e será também exibida em formato de instalação, durante o dia 21 de setembro, no âmbito da exposição Arte e Género, do MNAC, a obra interativa BRANDON, inspirada na história de vida de Brandon Teena (conhecido do grande público no filme Boys Don’t Cry), comissariada e restaurada em 2017 pelo Museu Guggenheim de Nova Iorque.

A 3.ª edição do Queer Porto vai dar destaque à obra do realizador norte-americano Peter Friedman, autor de um dos mais importantes documentários sobre o VIH/Sida e as suas implicações sociais e políticas, Silverlake Life: The View From Here (1993), que será exibido em estreia nacional, com a presença do realizador no Porto. Silverlake Life foi realizado com Tom Joslin, de quem será exibido em estreia absoluta o documentário Black Star: Autobiography of a Close Friend (1977).

O destaque ao trabalho de Peter Friedman foi o mote para a organização de um programa temático, This Is Me, dedicado à representação autobiográfica no cinema queer. Dentro do programa, oportunidade única para assistir a um conjunto de curtas-metragens da realizadora, ativista e figura incontornável do cinema experimental queer norte-americano, Barbara Hammer, cujo trabalho foca questões da política do corpo. Fazem parte do programa outras obras e figuras marcantes que contribuem para uma reflexão sobre questões de autobiografia queer, como o documentário biográfico do fotógrafo Robert Mapplethorpe, Mapplethorpe: Look at the Pictures, e o já clássico Tarnation, de Jonathan Caouette.

O Queer Lisboa 21 inaugura a 15 de Setembro com a estreia nacional do muito aguardado God’s Own Country (2017), realizado por Francis Lee, premiado com o Directing Award da secção World Cinema Dramatic do Festival de Sundance, e que teve honras de abertura da última edição do Festival de Cinema de Edimburgo. 

Também em estreia nacional, 1:54 (2016), de Yan England, aborda a problemática do bullying nas escolas. O filme será exibido no Encerramento do Queer Porto (7 de Outubro) e, em Lisboa, será apresentado em sessão especial com a presença de Yan England, numa colaboração com a Embaixada do Canadá em Lisboa.  

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