Filme

Vil, Má

Divinely Evil

Uma sala com paredes cor de salmão, tapeçarias, bustos, plantas e um manequim de costureira. Numa poltrona de veludo com detalhes dourados, Wilma Azevedo, 74 anos, a "rainha da literatura sadomasoquista". É convidada pelo realizador para contar a história da sua vida, a qual rapidamente se ramifica numa série de recordações eróticas que envolvem bananas verdes, vibradores feitos de lixa e nervos sobreestimulados. No seu apogeu, Wilma recebia 300 cartas de amor por mês, uma incrível história de sucesso. Por momentos, a sua memória falha; é quando a jovem atriz em segundo plano, que deveria interpretá-la num próximo filme, vem em seu auxílio.