20 de Setembro
"Slot", de Eduardo Batata

A convite do Queer Lisboa para assinalar o 25.º aniversário do festival, Rafaela Jacinto e Eduardo Batata apresentam trabalhados inspirados no filme Un chant d’amour (França, 1950, 26'), de Jean Genet. O filme, exibido na noite de abertura da primeira edição do festival, é agora incluído em duas sessões onde xs artistas propõem uma tridimensionalidade, física e presencial, de pormenores que fazem desta obra um marco na história do cinema queer.
 

"Slot" é um solo que explora a dimensão do toque, da privação e do corpo enclausurado. Uma proposta de paralelismo entre a cela de uma prisão e um peep show, onde o corpo é visto através de uma fenda. "Slot" é também um rasgo a partir do qual alguém se torna marginal, um corte na normalidade prevista que rompe a linearidade e que condiciona o futuro. A existência de uma fenda implica também a criação de um espaço, de um intervalo, de uma fuga, de um lugar. (E.B.)
 

Foto: João Negrume


 

/ Mais Informações

  • Cinema São Jorge - Sala 2, 19h30
  • Duração: 30min (a performance é precedida da exibição de Un chant d’amour)
  • Criação: Eduardo Batata
  • Texto: Eduardo Batata a partir de Saint Genet de Sartre e Os Negros de Jean Genet
  • Interpretação: a.Ves
  • Criação sonora: Dianna Excel

 

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