Júri e Convidades

Júri
Convidades

Fátima Ribeiro

Argumentista, Realizadora
Competição Longas-Metragens


Fátima Ribeiro nasce em Gáfete, Crato, Portalegre. Licenciada em Direito pela Universidade de Coimbra e em Cinema e pós-graduada em Artes Performativas pela ESTC.  É doutoranda em Artes e dá aulas de argumento na ESTC. Começa a trabalhar em 1990, como anotadora e assistente, entre outros, com os realizadores Fernando Lopes, J. César Monteiro, Cunha Telles, Catherine Breillat e Fernando Trueba. Realiza cinco filmes (Palavra de Honra, A Testemunha, Vida Breve em 3 fotografias, Mais Tarde, A Divisão Social do Trabalho Segundo Adam Smith). Recebeu os prémios para o argumento de Mais Tarde (APAD, 2001) e de Raiva, como coargumentista (Academia Portuguesa de Cinema, 2019) e com a peça Bro, o Grande Prémio para Novos Textos de Teatro (Inatel, 2018)

Jenny Larrue

Performer, Atriz
Competição Longas-Metragens


Jenny Larrue trabalha como performer e atriz em teatro, cinema e televisão, reconhecida pelos seus espetáculos no Finalmente Club, onde também colabora como figurinista. Participou como atriz em filmes como A Raiz do Coração (2000), de Paulo Rocha e Morrer como um Homem (2009), de João Pedro Rodrigues. Em teatro, trabalhou com o Teatro Praga nas peças Tropa Fandanga (2014) – Prémio Globo de Ouro para Melhor Peça de Teatro -, Sonho de Uma Noite de Verão (2010), Zululuzu (2016) e Xtròrdinário (2019). Em 2007, ganhou o prémio Miss Transex Internacional Portugal.

Manuel Moreira

Ator
Competição Longas-Metragens


Manuel Moreira nasceu em Lisboa, em 1982. Licenciou-se em Teatro pela Escola Superior de Teatro e Cinema. Estreou-se em televisão em 1999 com a série A Raia dos Medos, na RTP, e em Teatro com Desejos Brutais, encenação de Fernanda Lapa, no Teatro Nacional D. Maria II, em 2003. Participou em várias séries e novelas e trabalhou com a mala voadora, Teatro Praga, Teatro da Garagem e em espetáculos de Teatro Musical como Avenida Q.

Ana Aresta

Presidente da ILGA Portugal
Competição Documentários


Ana Aresta tem formação académica em Gestão do Património e Práticas Culturais para Municípios. É na área das Ciências Políticas e da Comunicação que reside atualmente a sua atividade profissional. Lésbica, feminista e ativista pelos Direitos Humanos – com foco principal em questões de Igualdade de Género e em Direitos LGBTI –, integra a Direção da Associação ILGA Portugal desde 2014 (vice-presidente da direção entre novembro de 2016 e outubro de 2019. Presidente desde outubro de 2019).

Manuela Silva Reis

Jornalista, Produtora
Competição Documentários


Sou Maria Manuela Sousa Martins da Silva, mas ninguém me conhece por este nome. O de “guerra” é Manuela Silva Reis. Sou descendente de uma família de gente do teatro e em 1979 estreei-me numa peça, tive carteira profissional e tudo. Mas foi em 1982 que comecei a ser o que sou hoje, jornalista na altura, produtora de conteúdos, hoje. Estive no Correio da Manhã 18 anos e dediquei-me sempre à cultura, aos espetáculos. Em 2000 entrei na RDP, estreei-me na rádio, na Antena 3, sempre com a cultura. Desde a fusão com a RTP que continuo dedicada à divulgação da cultura portuguesa. Faço o programa Folha de Sala - já nem sei há quantos anos – na RTP 2 e durante um ano tive um programa de entrevistas, o Muito Barulho para Nada. Ah, tenho 59 anos.

Miguel Ribeiro

Codiretor do DocLisboa
Competição Documentários


Miguel Ribeiro nasceu em Lisboa, estudou Ciências da Comunicação na Faculdade de Ciências Sociais e Humanas, da Universidade Nova de Lisboa. Juntou-se à equipa do Doclisboa - Festival Internacional de Cinema, em 2012, enquanto programador e coordenador de programação. No final de 2019, tornou-se parte da direção do festival. Atualmente, é também membro da direção da Apordoc - Associação pelo Documentário. Através de diversas colaborações, desenvolveu uma série de programas curatoriais entre cinema, performance e artes visuais, e é presença regular em painéis, debates e júris de festival.

Ricardo Branco

Realizador
Competição Curtas-Metragens


Ricardo Branco nasceu em Amarante, em 1992. Em 2010 publicou o seu primeiro romance, Amor Combate. Realizou três filmes em contexto académico: 1500 estreia no BFI Flare 2016, a curta documental Fora de Campo estreia na Cinemateca Portuguesa (2017) e a curta de ficção Rute recebe uma Menção Especial do Júri no Queer Lisboa 2017. Rute foi ainda exibido em galerias de Arte Contemporânea. A sua primeira longa-metragem Nossos Ossos, em desenvolvimento, foi selecionada para o Torino FilmLab 2020 e para o Eave+ 2020. Trabalha regularmente como argumentista, anotador e assistente de realização. A sua próxima curta, Sob Influência tem estreia prevista para o início de 2022.

Cleo Diára

Atriz
Competição Curtas-Metragens


Cleo Diára nasce em 1987 na Cidade da Praia, Cabo Verde. Trabalha com o grupo de teatro universitário Mis-cutem e inicia a sua formação artística profissional em 2012, na ESTC. Artista multidisciplinar, desde 2015 participa como intérprete para vários encenadores, dos quais se destaca, Rogério Carvalho, Mónica Calle, Sónia Baptista e Mário Coelho, Pedro Baptista. Em 2020, ganha a Bolsa Amélia Rey Colaço para a criação do espetáculo Aurora Negra, em colaboração com as atrizes Isabél Zuaa e Nádia Yracema, com estreia no TNDM II. Em cinema, participa em Diamantino, de Gabriel Abrantes e Daniel Schmidt, Verão Danado, de Pedro Cabeleira, Terra Amarela, de Dinis Costa e Nha Mila, de Denise Fernandes.

Teresa Vieira

Jornalista, Crítica de Cinema
Competição Curtas-Metragens


Teresa Vieira é Jornalista e Crítica de Cinema na Antena 3 e no Cineuropa, com uma crónica mensal no À Pala de Walsh. Colabora frequentemente com diversos festivais de cinema portugueses, sendo neste momento co-programadora do Cineclube Aparição (sediado na Galeria Zé dos Bois) e Board Member da PlusEast (associação responsável pelo BEAST IFF, no Porto). A sua paixão pela Europa de Leste levou a uma especialização em cinema documental poético lituano, com a tese de mestrado Lithuanian Cinema: forms and themes of contemporary cinema in the USSR/post-USSR transition phase (2017) na FCSH/NOVA.

Dani d'Emilia

Artista, Educadore Transfeminista
Competição Queer Art


Dani d'Emilia é artista e educadore transfeminista. Trabalha internacionalmente nas intersecções entre performance, teatro imersivo, artes visuais, pedagogia radical e justiça social-relacional. Desde 2014 tem desenvolvido uma vasta investigação à volta da ‘Ternura Radical’, um campo de senti-pensares e práticas político-afetivas encarnadas que buscam abrir possibilidades para a expansão da intimidade e desativação da lógica da separabilidade através de sensibilidades cuir-metabólicas.  Dani é co-fundadore da companhia de teatro imersivo Living Structures (GB) e do espaço artístico Roundabout.lx (PT). Foi membro dos coletivos La Pocha Nostra (MX/EUA) e Proyecto Inmiscuir (MX/ES). Atualmente integra o coletivo Gestos Rumo a Futuros Decoloniais - GTDF (CA/BR) e colabora com o ANDlab - Centro de Investigação em Arte-Pensamento & Políticas da Convivência (PT/BR).

Tomás Baltazar

Realizador, Montador, Programador
Competição Queer Art


Tomás Baltazar formou-se em Som e Imagem na Universidade Católica do Porto e tem uma pós-graduação em Edição de Cinema e Televisão pela Septima Ars de Madrid. A sua curta Descalço estreou no Festival Luso-Brasileiro de Santa Maria da Feira, onde venceu o prémio Onda Curta RTP2. Em 2015 estreou Um Dia Cabouqueiros no IndieLisboa. Com um sólido percurso em montagem, desde 2005 montou vários filmes de realizadores portugueses e estrangeiros, exibidos e premiados em festivais nacionais e internacionais. Desde 2014 é membro da equipa de programação do Doclisboa – Festival Internacional de Cinema.

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