Uma invocação dos Príncipes regentes, Anjos e Espíritos de MARTE, concebida como uma visão “elevada” do mito do motard americano. A Máquina de Poder vista como um tótem tribal, de brinquedo a terror. Thanatos em crómio, couro preto e calças de ganga rasgadas. Anger descreveu o seu icónico filme queer à revista francesa Les Inrockuptibles, em 1997, nestes termos: “Uma obsessão por máquinas, motos, carros ou armas de fogo é regida pelo signo de Escorpião. Este signo também rege os órgãos sexuais, que são, num certo sentido, máquinas em si mesmos. Vejo esta atração pelas máquinas, pelo poder e pela velocidade como uma projeção da energia de Marte. Os rapazes em Scorpio Rising não se apercebiam de que se estavam a identificar sexualmente com as suas motos, tal como os cowboys cujos cavalos se tornam parte de si próprios... Sempre fui fascinado pela sobrevivência das tradições primitivas e pagãs na vida quotidiana.”
* Passa com a média-metragem Fatucha Superstar – Ópera Rock… Bufa de João Paulo Ferreira.
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Detalhes
Ano:
1963
País:
EUA
Língua:
sem diálogos
Elenco:
Ernie Allo, Bruce Byron, Frank Carifi, Steve Crandell, Johnny Dodds, Bill Dorfman, Nelson Leigh, John Palone, Barry Rubin, Johnny Sapienza