Júri e Convidados

Lista

Invitee

  • Álex Anwandter

    Realizador / Chile

    Alex Anwandter é um músico e realizador chileno, nascido em Santiago, em 1983. A sua carreira como músico começou em 2005. Em 2012, começou uma nova fase do seu percurso: sensibilizado com a morte de Daniel Zamudio, um jovem que foi morto num crime de ódio em Santiago e que era fã do seu trabalho, Anwandter escreveu o seu primeiro argumento, Nunca Vas A Estar Solo

  • André Antônio

    Realizador / A Seita / Recife, Brazil

    André Antônio nasceu em 1988 no Recife, Brasil. Trabalhou como montador em vários filmes brasileiros antes de ter fundado, em 2012, com os realizadores Chico Lacerda, Fábio Ramalho e Rodrigo Almeida, o coletivo independente de cinema queer Surto & Deslumbramento. Neste coletivo realizou duas curtas-metragens. A Seita é a sua primeira longa-metragem. 

  • André Santos, Marco Leão

    Realizadores / Pedro / Lisboa

    André Santos e Marco Leão iniciaram a sua colaboração em 2008. Desde então, corealizaram A Nossa Necessidade de Consolo, Cavalos Selvagens, Infinito, Má Raça, Aula de Condução, recentemente distinguido com uma menção especial no Féstival du Nouveau Cinéma. Todos os filmes foram exibidos em vários festivais de cinema de todo o mundo. Além do trabalho como cineastas, André também trabalha como diretor de fotografia e Marco como diretor de som.

  • António da Silva

    Realizador / Lisboa

    António da Silva é um artista português premiado e sediado em Londres. Interessa-se por cinema, performance e artes visuais. A experimentação é o ponto central do seu trabalho, estando interessado em explorar diferentes géneros artísticos, tanto em termos de técnica como de conteúdo. Os seus filmes são exibidos regularmente em festivais de todo o mundo.

  • Billy Lloyd

    Músico / Nova York

    Billy Lloyd começou a sua viagem musical aos seis anos de idade, a tocar música clássica e minimalista, ao piano. Compositores como Mendelssohn e Einaudi foram instrumentais na sua formação. Aos 10 anos, Billy começou a ensaiar um sistema de loop depois de se ter frustrado com as regras e ordens da música clássica, criando vastos arranjos de loops repetitivos para piano, eventualmente progredindo para a sua estruturação e gravação em forma de canções. Um fascínio mórbido pela morte fez com que escrevesse um musical aos 12 anos, sobre três crianças a lidar com a morte dos respetivos pais, que decidem mudar-se para o cemitério onde estes estão enterrados de forma a ficarem próximos deles. Embora nunca tocado ao vivo, este musical deu início ao que vem a revelar-se um fascínio pelo lado negro da psique humana, influenciando tematicamente a sua obra até hoje. Após muitos anos dedicados essencialmente a peças minimalistas instrumentais para piano, compostas como um fluxo de consciência através de um sistema de loop, Billy deu-se conta de que queria confrontar os temas e sentimentos explorados na sua música. Tendo integrado um coro de clássica aos 16 anos, Billy aprendeu sobre harmonia e estrutura a várias vozes, uma influência evidente em muitas das suas canções. Billy aprendeu por si a usar um programa de gravação que descarregou no seu computador portátil, gradualmente construindo um pequeno estúdio no seu quarto, onde gravou as suas primeiras canções. Ensaiando o uso de sintetizadores e ricas harmonias vocais, passava horas a brincar com diferentes efeitos e sons de forma a criar um electro negro único, de suporte às suas melodias torturadas. Chegados a 2014, Billy lança o seu primeiro EP, Who ( / ); a primeira parte de uma trilogia de EPs que focam questões de identidade social, cultural e pessoal. Seguiu-se uma viagem a Moscovo onde foi cabeça de cartaz de um concerto e erigiu a bandeira LGBTQ em frente ao Kremlin. No início de 2015, Billy fez uma minitournée pelos EUA, que arrancou no lendário Joe’s Pub de Nova Iorque e fez a lista da escolha dos críticos na Time Out New York. Em abril, nasce a segunda parte da trilogia: Who ( // ), com críticas favoráveis na Attitude Magazine, entre outras.      

  • Bruno Senune

    Artista / Portugal

    Bruno Senune nasceu em Aveiro em 1992 e vive no Porto. Termina o curso de Dança no Balleteatro Escola Profissional em 2011. Como intérprete, trabalhou com Né Barros, Tânia Carvalho, Flávio Rodrigues, Joana Castro, Mariana Joana von Mayer Trindade, Joclécio Azevedo e Victor Hugo Pontes. Como autor, desenvolve Lonely, em 2015, projeto de colaboração com Flávio Rodrigues, com estreia inserida na Exposição Sub40, com curadoria de José Maia. Em 2016, cria o solo Kid As King com estreia na Mala Voadora, projeto apoiado pela Fundação Calouste Gulbenkian. É bailarino residente da Companhia Ballet Contemporâneo do Norte em 2013/14. Em 2016, trabalha com Margarida Paiva para uma curta-metragem. Paralelamente trabalha como modelo fotográfico e em aulas de figura humana.

  • Catarina Silva, Francisco Caldeira

    Realizadores / Portugal

    Catarina Silva tem 20 anos. Prefere a animação no cinema, com gatos e livros pelo meio. Francisco Caldeira é um portuense nascido na Madeira, em 1994. Estudou Tecnologia de Comunicação Multimédia.

  • Cheryl Dunye

    Realizadora / Nova York

    Cheryl Dunye, nascida na Libéria, em 1966, é realizadora, produtora, argumentista, editora e atriz. Atualmente, é vice-presidente do Conselho de Realizadores do Queer Cultural Center, faz parte do conselho da Radar Productions e do conselho do Queer Women of Color Media Arts Project. Residente em Oakland, Dunye é professora assistente no Departamento de Cinema da Universidade de São Francisco. 

  • Damià Serra Cauchetiez

    Realizador / En La Azotea / Espanha

    Nascido em Girona, Espanha, em 1992, desde criança que Damià Serra Cauchetiez integrou várias companhias teatrais. Licenciou-se na Escola Superior de Cinema e Audiovisuais da Catalunha e realizou o primeiro episódio da série de TV Hipsterland, em 2014. En la azotea é a sua primeira curta-metragem.

  • Daniel McIntyre

    Realizador / Famous Diamonds / Canadá

    Daniel McIntyre trabalha principalmente em película para criar trabalhos sobre memória, identidade e história. A sua prática artística assenta na manipulação física de materiais de forma a alterar a criação de imagens, e o seu trabalho tem sido premiado e exibido pelo mundo inteiro. Atualmente faz pesquisas para Elder, um documentário experimental sobre vikings, linhagem genética e fenomenologia. 

  • Diana Ricardo, Maria do Carmo Duarte, Sandra Carneiro

    Realizadoras / Sur les Pointes / Portugal

    Diana Ricardo, Maria do Carmo Duarte e Sandra Carneiro são três realizadoras licenciadas no curso de Vídeo e Cinema Documental, da Escola Superior de Tecnologia de Abrantes, que é parte do Instituto Politécnico de Tomar. Já realizaram curtas-metragens como Entroncamento de Voos, Portraits e Sur Les Pointes.

  • Flavio Leihan

    Artista / Portugal

    Flavio Leihan, artista e performer, vive no Porto. Enquanto criador e intérprete, desenvolveu as peças Easily Disturbed (2014) e Velvet N' Goldmine (2016), as performances El Turkey (2013) e Heteroptera (2016), e o projeto de música Parental Advisory: Of Mind Decay (2016). Trabalhou com vários artistas, nomeadamente: Cyril Viallon, Joclécio Azevedo, Isabel Barros, Victor Hugo Pontes, Urban Ballets, Né Barros, Mariana Tengner Barros, Marco da Silva Ferreira, António Onio e Rogério Nuno Costa. Em 2012, concluiu o curso de intérprete de dança contemporânea no Balleteatro (Porto) e em 2015 tornou-se membro da companhia Ballet Contemporâneo do Norte. Em paralelo, trabalhou nacionalmente (Lisboa e Porto) e internacionalmente (Brasil, Paris, Londres, Bélgica e Espanha) como modelo. 

  • Flávio Rodrigues

    Artista / Portugal

    Flávio Rodrigues nasceu em Mafamude, Vila Nova de Gaia, em 1984 e reside no Porto. É formado em Dança pelo Ginasiano (1996), Balleteatro Escola Profissional (2003), Dance Works Rotterdam (2005) e pelo Núcleo de Experimentação Coreográfica (2008). Frequentou o curso Intervenção Pública e criação de Obras Site-specific na Universidade Lusófona (2009). Frequenta o curso de Dj na escola Bimotor (2015). Em 2012, representa Portugal nos encontros Les Réperages/Danse à Lille e integra, com o apoio da Fundação Calouste Gulbenkian, a residência coreográfica Correios em Movimento/Dança em Trânsito no Rio de Janeiro. Desde 2006 que desenvolve os seus próprios projetos (performances, filmes, instalações, paisagens sonoras, intervenções públicas) expondo-os em diferentes contextos de apresentação: CATÁLOGO (2008), Starveling (The rite of spring) (2012), RARA (2014) e G.O.D. (2015) são alguns dos títulos. Colaborou com Né Barros, Isabel Barros, Joclécio Azevedo, Vítor Rua, Tânia Carvalho, Joana Castro, Bruno Senune, Elisa Worm, Teresa Prima e Radar 360º, Cristina Planas Leitão. Foi intérprete da companhia Ballet Contemporâneo do Norte de 2009 a 2014. É programador, em colaboração com Isabel Barros, no Festival Corpo+cidade desde 2014. Coordena o Serviço Educativo | Balleteatro desde 2013 onde também é docente convidado.

  • Fulvio Balmer Rebullida

    Realizador / Climax / Genebra

    Fulvio Balmer Rebullida nasceu em 1988 e é um realizador de Genebra. Estuda Cinema na Escola de Artes HEAD-Genève, onde já realizou várias curtas-metragens. O filme Trio du Turfu fez parte da exposição Vulgar Spirits (2015). No mesmo ano realizou Climax, exibido, entre outros, no Norwegian Short Film Festival.

  • Giuliane Maciel

    Realizadora / Meia-Luz / Portugal

    Giuliane Maciel tem 20 anos. Desde cedo se mostrou interessada no audiovisual, tornando-se assim o seu meio de expressão artística. Através dos seus trabalhos, decide explorar o seu interesse pela expressão do corpo, mais precisamente o corpo feminino, através de estudos fotográficos e audiovisuais.

  • GNUČČI

    Músico / Sérvia

    Ana Rab, melhor conhecida pelo seu nome artístico GNUČČI, é uma exuberante vocalista que tem feito nome com a sua abordagem única à Club Music. Trata-se de Rap, de Bass, inegavelmente Dance Music, mas trata-se também de Pop para uma nova década, rico em texturas e sons. Simplesmente, GNUČČI faz uso do seu interesse por um vasto universo de estilos e espaços musicais de forma a criar bombásticas canções influenciadas pela Bass Music. Quer nos deixemos cativar pela sua cadência energética, pelos seus raps irónicos ou pela sua voz encantadora ou ganchos melódicos, GNUČČI tem-se afirmado um nome a ter em conta na cena musical e uma intérprete ao vivo a não perder. GNUČČI tem continuadamente tocado ao vivo um pouco por todo o mundo, desde que começou a sua carreira em 2012. Em numerosos clubes, da Cidade do México a Berlim. Em Festivais como Roskilde, Way Out West e o Red Bull Weekender; entre palmeiras na Etiópia, Tailândia e Angola; em manifestações antifascistas nos países nórdicos. Depois do sucesso de canções como “work!”, “goodah” e “a.rab”, em 2016 esperam-se novos lançamentos, vídeos eletrificantes e o primeiro álbum de GNUČČI, you good I’m good let´s be great.       

  • Händl Klaus

    Realizador / Kater / Áustria

    Händl Klaus nasceu em 1969 no Tirol, na Áustria. Já teve pequenos papéis em filmes de Christian Berger, Michael Haneke, entre outros. Desde 1994 que publica prosa, peças radiofónicas e teatrais. Em 2008, a sua primeira longa-metragem, März, venceu o Leopardo de Prata no Festival Internacional de Cinema de Locarno.

  • Inês Dias

    Realizadora / Portugal

    Inês Dias, nascida em 1993, vive e trabalha no Porto. Frequenta o 3.º ano na Faculdade de Belas Artes da Universidade do Porto.

  • Inês Morais

    Realizadora / Portugal

    Inês Morais nasceu em 1994. Natural de Famalicão, sempre teve uma paixão enorme por cinema. Tirou um curso profissional na área e decidiu continuar o seu sonho, ingressando na licenciatura em Tecnologia da Comunicação Audiovisual da Escola Superior de Música e Artes do Espetáculo do Porto.

  • João e Alice

    Artists / Portugal

    João Abreu (nascido a 8 junho de 1995 em Guimarães, Portugal) e Alice dos Reis (nascida a 18 março de 1995 em Lisboa, Portugal) são dois artistas que formam a dupla internacionalmente aclamada João & Alice. São conhecidos por reproduzir, multiplicar e comercializar a sua imagem em vários contextos e media.

  • John Scarlett-Davis

    Realizador / Chat Rap / Londres

    John Scarlett-Davis (nascido em 1950) estudou na University of Swansean e na Goldsmiths College of Art, em Londres, onde foi encorajado a seguir o ramo da video art. Trabalhou como montador e assistente de realização para Derek Jarman, incluindo o seu primeiro teledisco, e no início dos anos 1980 trabalhou prolificamente com o formato cassete, importando o tempo do influente movimento politico de vídeo-colagem Scratch Video nas suas obras de arte. 

  • José Magro

    Realizador / Portugal

    José Magro nasceu em 1991, no Porto. No âmbito do projeto Estaleiro, foi director de fotografia de Um Rio Chamado Ave de Luís Alves de Matos e Mahjong de João Pedro Rodrigues e João Rui Guerra da Mata. A sua primeira curta-metragem de ficção, José Combustão dos Porcos, foi premiada no festival Fantasporto, e foi exibida no festival EntreVues, em Belfort.

  • Kateřina Turečková

    Realizadora / Strip / Praga

    Kateřina Turečková é uma estudante de Cinema Documental da Faculdade de Cinema da Academia de Artes Performativas de Praga, na República Checa. Antes de se tornar estudante a tempo inteiro, ela tirava retratos a pessoas que a fascinavam de alguma forma. Strip é o filme final do primeiro ano de escola. 

  • Keith Collins

    Ator / Londres

    Keith Collins foi o companheiro e parceiro do realizador Derek Jarman, desde que se conheceram no Festival de Cinema Tyneside em 1987. Collins ajudou e assistiu Jarman ao longo de sua doença, até a morte do diretor, em 1994. Participou como ator nos filmes do Jarman 'Edward II' e 'The Tempest'. Em 2000, editou o livro 'Smiling in Slow Motion'. Ele continua a cuidar dos famosos jardins construídos pelo realizador: 'Prospect Cottage' em Dungeness, Kent (Inglaterra).

  • Marc Serena

    Realizador / Tchindas / Barcelona, Espanha

    Marc Serena (Barcelona, 1983) é jornalista e trabalha como guionista de rádio e televisão. Publicou o livro ¡Esto no es africano! (2014), uma viagem de norte a sul do continente à procura de “amores proibidos”. O livro anterior, La vuelta de los 25 (2011), teve grande sucesso na Ásia, onde foi lançado em chinês e em coreano. Realizou o documentário interativo Doble epidemia (2015).

  • Marianne Baillot

    Artista / França/ Portugal

    Originalmente com formação em Ginástica, Marianne Baillot é uma artista com experiência em Dança Contemporânea, Coreografia e Ciências Políticas. Formou-se na Áustria (SEAD, Anton Bruckner Conservatoire, DanceWEB), em França (Centre National de Danse Contemporaine Angers, Transforme-Fondation Royaumont), tendo participado em diversas oficinas pela Europa (com Deborah Hay, Lucinda Childs, entre outros). Neste momento, colabora com diversos artistas, orientando oficinas de dança em diferentes contextos. Desde 2006, encena os seus próprios trabalhos, onde questiona os códigos de representação na cultura de dança através de uma abordagem multidisciplinar, utilizando o método somático de Feldenkrais. Vive entre Tours e Porto, sendo a sua associação apoiada pela Région-Centre Val de Loire. 

  • Melissa Martens

    Realizadora / Holanda

    Melissa Martens nasceu em 1986 em Emerloord, na Holanda. Realizou o seu primeiro filme aos 15 anos, para um projeto escolar. Depois da escola secundária, ingressou no Deltion College, em Zwolle, para estudar Fotografia e Vídeo. Licenciou-se com a curta Onder de Grond, em 2009. Em julho de 2015 Melissa licenciou-se na HKU Universidade de Artes de Utrecht com honras de argumentista e realizadora. 

  • Miguel Bonneville

    Realizador / Traça / Portugal

    Através de performances, desenhos, fotografias, vídeo, música e livros de artista, Miguel Bonneville (Porto, 1985) introduz-nos a histórias autobiográficas centradas na destruição e reconstrução da identidade.  Desde 2003 tem apresentado o seu trabalho em galerias de arte e festivais nacionais e internacionais. 

  • Olivia Jack

    Artista / Colômbia

    Olivia Jack é programadora informática e uma artista cujo trabalho explora a tecnologia enquanto meio para a experimentação criativa. Trabalha frequentemente com software de acesso livre, live video e instalações interativas. Vive em Bogotá, na Colômbia. 

  • Paulo César Toledo

    Realizador / Waiting for B. / São Paulo

    Paulo Cesar Todelo nasceu em 1975, no Brasil e estudou na Universidade Metodista de São Paulo, especializando-se em Rádio e Televisão. Depois de se licenciar, trabalhou como operador de câmara e montador em documentários. O documentário Waiting for B. (2015), feito com Abigail Spindel, é a sua estreia na realização.

  • Ricardo Vieira Lisboa

    Realizador / Children, Madonna and Child, Death and Transfiguration / Lisboa

    Ricardo Vieira Lisboa (25 anos) trabalha como crítico no site de cinema À pala de Walsh, que co- fundou e coordena. É programador de curtas-metragens no IndieLisboa - Festival Internacional de Cinema de Lisboa. Encontra-se a terminar o mestrado na Escola Superior de Teatro e Cinema na área de Dramaturgia e Realização. É também (vídeo-)ensaísta e realizador.

  • Sérgio Andrade

    Realizador / Antes o Tempo Não Acabava / Manaus, Brasil

    Nascido em Manaus, Brasil, em 1967, Sérgio Andrade licenciou-se em Comunicação Social no Estácio de Sá. As suas três curtas-metragens e primeira longa-metragem, A Floresta de Jonathas, já foram exibidas em importantes festivais de cinema como Clermont-Ferrand, Roterdão, Toulouse, Taipei, entre outros. 

  • Sérgio Galvão Roxo

    Realizador / Morrer no Mar / Portugal

    Sérgio Galvão Roxo nasceu em 1990 em Lisboa. Licenciou-se em Som e Imagem na Escola Superior de Artes e Design de Caldas da Rainha. Tem desenvolvido trabalho entre a fotografia e o cinema, explorando o género ficcional, experimental e documental. 

  • Shaked Goren

    Realizador / If I Met A Magician / Israel

    Shaked Goren é um cineasta israelita. Estudou no liceu Rabino e licenciou-se na Minshar School of Art em Estudos de Cinema. Realizou as curtas-metragens Beautiful Stranger e If I Met a Magician.

  • Tales Frey e Paulo Aureliano da Mata

    Artistas / Brasil/ Portugal

    Tales Frey (Catanduva, SP, Brasil, 1982) vive e trabalha entre o Brasil e Portugal. Performer, videasta, crítico de arte e encenador, atualmente desenvolve a pesquisa intitulada Vestido num pós-doutoramento vinculado ao CEHUM – Centro de Estudos Humanísticos da Universidade do Minho. Tem doutoramento em Estudos Teatrais e Performativos pela Universidade de Coimbra, fez Mestrado em Teoria e Crítica da Arte pela Universidade do Porto e uma especialização em Práticas Artísticas Contemporâneas pela mesma instituição. Graduado em Direção Teatral pela Universidade Federal do Rio de Janeiro, onde manteve vínculo para cursar Indumentária na Escola de Belas Artes da UFRJ. Apresentou trabalhos artísticos em bienais, mostras, festivais e exposições na Argentina, Brasil, Canadá, China, Cuba, EUA, Inglaterra, Islândia, França, Alemanha, Malásia, México, Polônia, Peru, Portugal, Sérvia, Suécia e Tailândia. 

    Paulo Aureliano da Mata (Inhumas, GO, Brasil, 1987) vive e trabalha entre o Brasil e Portugal. É performer e historiador da arte, membro fundador da Cia. Excessos e da eRevista Performatus, e organizador e diretor da Mostra Performatus. Atualmente, é mestrando em Práticas Artísticas Contemporâneas na Faculdade de Belas Artes da Universidade do Porto, onde se licenciou em História da Arte. Participou nas coletivas nacionais e internacionais: Sob (Ul)Trajes e Gozos (Museu Júlio Dinis – Uma Casa Ovarense, Ovar, Portugal, 2016); 19ª Traverse Vídeo: l’Atypique Trouble (Museu de Arte Moderna e Contemporânea Les Abattoirs, Toulouse, França, 2016); XVIII Bienal Internacional de Arte de Cerveira: “Olhar o passado para construir o futuro” (Vila Nova de Cerveira, Portugal, 2015); Maria de Todos Nós: 50 anos de Maria Bethânia (Paço Imperial, Rio de Janeiro, Brasil, 2015).

  • Tatiana Ramos

    Realizadora / Lisboa

    Tatiana Ramos tem 20 anos e é natural de Évora. Teve um breve contacto com Artes Cénicas na Universidade de Évora. Estuda atualmente na escola Ar.Co - Centro de Arte e Comunicação Visual, no segundo ano do curso de Cinema/Imagem em Movimento, sendo essa a sua área de interesse.

  • Telma João Santos

    Artista / Portugal

    Telma João Santos é doutorada em Matemática, Performer e Professora Auxiliar na Universidade de Évora, onde ensina nos departamentos de Matemática e de Artes Cénicas. Termina o doutoramento em Artes, com especialização em Artes Performativas e da Imagem em Movimento, em 2016. Estudou dança contemporânea na Companhia de Dança Contemporânea de Évora, frequentou a Escola Superior de Dança, iniciando o seu percurso como performer em 2006. Faz investigação em Cálculo das Variações (Matemática) e em Estudos da Performance, onde desenvolve possíveis relações entre a Matemática e a Performance. Documenta e acompanha vários bailarinos/performers: Flávio Rodrigues, Bruno Senune, Joana Castro.

  • Tiago Aguiart

    Artista / Portugal

    Tiago Aguiart nasceu em 1990, no Porto. Concluiu o curso profissional de fotografia no Instituto Português de Fotografia em 2016. Integrou vários workshops na sua formação dos quais destaca com António Sá. Como fotógrafo profissional colaborou com o Balleteatro e alguns artistas independentes: André Santos, Bruno Senune, Flávio Rodrigues, Camila Neves.

  • Vasco de Oliveira

    Realizador / Portugal

    Vasco de Oliveira ingressou no Curso de Cinema na Universidade da Beira Interior com 17 anos. Trabalhou como produtor, realizador, diretor de som e fotografia, e editor em projetos académicos e extracurriculares.  Aos 20 anos rumou a Londres, onde trabalhou em alguns telediscos e curtas-metragens. Voltou para Portugal em 2012, e realizou a sua primeira curta-metragem, O Pecado de Quem Nos Ama

  • Vincent Dieutre

    Realizador / Trilogie de nos vies défaites / França

    Vincent Dieutre, nascido em 1960 em Le Petit-Quevilly, é um cineasta e argumentista francês. Os seus filmes são maioritariamente docudramas, cruzando aspectos do cinema documental e da ficção. 

  • William Fowler

    Programador / Londres

    William Fowler é escritor, historiador de cinema e músico. É curador do Artists’ Moving Image, BFI National Archive e co-fundador e co-programador de The Flipside, BFI Southbank. Os seus programas e projetos de restauro no BFI incluem GAZWRX: The Films of Jeff Keen, Queer Pagan Punk: Derek Jarman e This is Now: Film and Video After Punk, este último que está atualmente em turnê internacional através da LUX. Fowler tem escrito para o The Guardian, a Sight and Sound e a Frieze. Programa mensalmente os BFI strand Essential Experiments, e, desde 2013, é co-programador da Secção Experimenta, no Festival de Cinema de Londres. 

    (Fonte- Miskatonic)

  • Xana Novais

    Artista / Portugal

    Xana Novais nasceu no Porto. Estudou Teatro na Escola Profissional Balleteatro do Porto e fez o curso de dança FAICC na Companhia Instável. A sua primeira criação foi Uma tela presa por Nada. Fez trabalhos em cocriação com o coreógrafo Flavio Leihan, nomeadamente Utopias e O Amor é Fodido. Trabalhou em teatro na peça Triunfo dos Fortes, da Companhia Marionetas de Mandrágora e em O Nome da Rosa, de Pedro Zegre Penim; em dança em Debajo de la Piel, de Flavio Leihan e O céu é apenas um disfarce azul do Inferno, de Hugo Calhim Cristovão e Joana Von Mayer Trindade. E, finalmente, como base da sua veia artística surge a performance, que lhe foi contaminada por Flavio Leihan nas performances Parental Advsiry of a mind decay e Heteroptera; e com Alice Joana Gonçalves nas peças Notre Dame e Tiger Balm. Os dois focos da sua carreira são a instalação performativa e a performance. Realizou até hoje vários testes à sua coleção de formas como: NAZIPARTY (teatro-físico), Körper? (performance), VLASTNÉ (performance) e (VS) POPCORN (instalação performativa). Atualmente está a desenvolver um projeto de música, THE GLASGOW, em colaboração com Flavio Leihan.

Juri

  • André Marques

    Cineasta / Lisboa

    André Marques (1984, Setúbal) estudou Cinema na ESTC e é um premiado argumentista/realizador português. O seu trabalho tem-se multiplicado em várias vertentes – ficção, experimental, documentário – com filmes e projetos selecionados em festivais de renome como Berlim, Veneza, Palm Springs, Leeds, Curtas Vila do Conde, Gijón e DocLisboa. Foi alvo de duas retrospetivas: Cinemateca de Bucareste em 2015 e canais NOS TVCine em 2016. Foi selecionado para o programa Berlinale Talents 2016 e é realizador convidado do Lebanon Factory da Quinzaine des Réalisateurs, com a realização de uma curta com estreia em Cannes em 2017. 

  • Andrea Inzerillo

    Diretor de Festival / Palermo

    Andrea Inzerillo é licenciado em Filosofia pela Universidade de Pisa e Doutorado em Filosofia da Comunicação e do Espetáculo pela Universidade de Calábria, com uma tese sobre o pensamento do cinema na filosofia francesa contemporânea. Jornalista na Fata Morgana – Quadrimestrale di Cinema e Visioni, colaborou no Il Manifesto, Filmcritica, Lo Straniero, e Enciclopedia Italiana Treccani. Ativista cultural e tradutor literário, organizou a edição italiana de duas obras de Jacques Rancière e traduziu Pierre Donadieu, Michel Foucault e Madame de Staël. Em Palermo, colaborou com o Piccolo Teatro Patafisico e o Centro Sperimentale di Cinematografia e é o Diretor Artístico do Sicilia Queer filmfest. 

  • Aya Koretzky

    Cineasta / Lisboa

    Nasceu em Tóquio (Japão) em 1983. Vive e trabalha entre Lisboa e Paris. Em 2006 licenciou-se em Pintura na Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa. Em 2013 conclui o Mestrado em Cinema na Universidade de Sorbonne Nouvelle, Paris 3, como Bolseira da Fundação Calouste Gulbenkian. Fez também uma formação em 16mm no Atelier de Cinema Experimental ETNA. Desde 2006, trabalha em vários filmes com realizadores como Sérgio Tréfaut, Miguel Clara Vasconcelos, Cláudia Varejão, Marco Martins, André Príncipe, David Bonneville e Sérgio Brás de Almeida. O seu mais recente documentário, Yama No Anata, foi premiado como Melhor Longa-Metragem no DocLisboa, em Santa Maria da Feira e em Curitiba.

  • Benoît Arnulf

    Diretor de Festival / Nice

    Nascido em Nice, Benoît Arnulf foi leitor de história e intermediação cultural, o que lhe permitiu trabalhar no estrangeiro, dentro da rede cultural francesa, bem como no sistema de educação francês. Ao mesmo tempo, tem feito campanha por várias associações que defendem os direitos LGBT no cenário político. Um entusiasta pelo cinema, Benoît decidiu prosseguir a sua campanha nos campos artístico e cultural. Fundou dois festivais de cinema LGBT em Nice, D’un genre à l’autre, em 2008, e o In & Out, em 2009, dos quais é Diretor Artístico e Programador. Atualmente é diretor de um cinema independente perto de Nice.

  • Cíntia Gil

    Diretora de Festival / Lisboa

    Licenciou-se em Filosofia (Universidade do Porto) e frequentou o Curso de Cinema da ESTC. Foi membro do grupo de investigação "Estética, Política e Artes", do Instituto de Filosofia da Universidade do Porto, onde foi também doutoranda. Desde 2012, integra a direção do Doclisboa. Foi jurada em vários festivais de cinema: FIDMarseille, Festival de Turim, Festival de Curtas de Belo Horizonte (Brasil), Rencontres du Cinéma Documentaire Montréal, Festival de Cine Mar del Plata, entre outros. É membro da direção da Apordoc – Associação pelo Documentário. Em 2016 recebeu a Professional Development Fellowship do Flaherty Seminar.

  • James Mackay

    Produtor / Londres

    James Mackay é um produtor britânico, licenciado em Estudos Independentes pelo North East London Polytechnic, que produziu alguns dos filmes mais importantes de Derek Jarman, como The Angelic Conversation, The Last of England, The Garden ou Blue. Foi programador do Festival Internacional de Cinema de Edimburgo e da secção Forum da Berlinale. Desde 2001 é programador da secção Microcinema do Cambridge Film Festival. Na temporada de 2013/14 foi consultor para o Tate Media e desde 2010 é consultor de imagens em movimento para a LUMA Foundation. Editor e escritor do livro Derek Jarman Super 8, colaborou em Derek Jarman's Sketchbooks, ambas edições da Thames & Hudson.

  • João Arrais

    Ator / Lisboa

    João Arrais, nascido em 1995, em Santarém, começou a sua carreira como ator no mundo da televisão, com sete anos, a fazer anúncios. Tornou-se algo mais sério quando fez a sua primeira novela, com 10 anos, o Jura, para a SIC. A partir desse momento começaram a surgir vários convites para telenovelas e séries até que teve o seu primeiro trabalho em cinema em Mistérios de Lisboa (2010), de Raúl Ruiz, tendo participado, entre outras, na curta-metragem Versailles (2013), de Carlos Conceição, ao lado de Isabel Ruth. A par do seu trabalho como ator, estuda Marketing na Escola Superior de Comunicação Social. 

  • José Chaíça

    Diretor de Festival / Lisboa

    José Chaíça nasceu em Lisboa em 1977 e é um dos fundadores e programadores do Córtex – Festival de Curtas Metragens de Sintra. Licenciado em Ciências da Comunicação pela Universidade Autónoma de Lisboa. Foi responsável pela programação cultural do Espaço Reflexo. Além de programador de cinema, também organiza o Sintra Press Photo, uma exposição de fotografia dedicada ao fotojornalismo que se realiza no MU.SA - Museu das Artes de Sintra. José Chaíça assinou a encenação de um espetáculo de teatro de temática queer, intitulado Trans-Mute. Trabalhou como assistente de encenação em algumas produções da companhia de teatro Reflexo. Juntamente com Vera Condeço, criou o projeto de DJ Candy Fur. 

  • Júlio Dolbeth

    Artista / Porto

    Júlio Dolbeth nasceu em Angola em 1973, vive e trabalha no Porto. Tem um Doutoramento em Arte e Design, área de ilustração e um Mestrado em Arte Multimédia. É licenciado em Design de Comunicação. Professor Auxiliar na Faculdade de Belas Artes na Universidade do Porto, é cofundador e curador da galeria Dama Aflita, no Porto. Artista e ilustrador, tem exposto regularmente em mostras individuais e coletivas.

    (foto: Aloisio Brito)

  • Margarida Moz

    Distribuidora / Lisboa

    A concluir o doutoramento em Antropologia Social na área de família, género e sexualidade, tem nos últimos anos conciliado a vida académica com o cinema. Começou por trabalhar no Festival de Cinema Gay e Lésbico (antiga designação do Queer Lisboa) tendo passado por outros festivais, mostras e produções cinematográficas onde desempenhou as mais variadas funções. Para além de professora convidada de antropologia na ESEL, é programadora de curtas-metragens do festival IndieLisboa e diretora da Portugal Film, agência para a internacionalização do cinema português, que no último ano muito tem contribuído para a forte presença de filmes portugueses em importantes festivais de cinema internacionais.

  • Rodrigo Gerace

    Autor / São Paulo

    Rodrigo Gerace (São Paulo, Brasil) é formado em Sociologia (UNESP), com mestrado e doutoramento em Cinema (UFMG e Universidade Nova de Lisboa). Pesquisador, curador, crítico e professor de cinema, é autor do livro Cinema-explícito: representações cinematográficas do sexo (2016) - adaptação da sua tese de doutoramento - publicado pela Editora Perspectiva e Edições SESC (SP). Em 2006, redigiu a dissertação O cinema de Lars von Trier: dogmatismo e subversão e, em 2011, concebeu a Mostra Cine Privê – O Erotismo no Cinema, um panorama do sexo no cinema mudo. Trabalha como Assistente de Cinema no SESC SP, onde dinamiza pesquisas, produções e festivais na área cinematográfica.

  • Rogério Taveira

    Profesor / Lisboa

    Rogério Taveira nasceu em 1966 em Lisboa. Licenciado em Arquitetura pela Faculdade de Arquitetura da Universidade Técnica de Lisboa, em 1989. Doutorado em Belas-Artes pela Universidade Politécnica de Valência em 2011. É Professor Auxiliar na Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa, coordenador do Mestrado em Arte Multimédia, integra o Conselho Científico e é vice-presidente da Faculdade de Belas-Artes. Desde 1988 desenvolveu intensa atividade profissional nos campos do design de comunicação, desenho, fotografia, vídeo e novos média. Nos últimos 15 anos a sua base de investigação tem-se centrado nas questões da geografia humana.

  • Roy Dib

    Cineasta / Líbano

    Nascido em 1983, Roy Dib é artista e cineasta, e vive e trabalha em Beirute, no Líbano. A sua obra foca as construções subjetivas do espaço. A sua mais recente curta-metragem, Mondial 2010 (2014), venceu vários prémios, incluindo o Teddy Award de Melhor Curta-Metragem na 64.ª Berlinale, a Melhor Curta-Metragem no Queer Lisboa e o Grande Prémio Uppsala no Uppsala International Short Film Festival. A sua última instalação, A Spectacle of Privacy, estreou na Exposure 2015 do Beirut Art Center e foi depois exposta na secção Forum Expanded da Berlinale de 2015, no Queer Porto 1 (2015), no Images Festival em Toronto (2016), e foi premiada no Festival de Arte Contemporânea Sesc_Videobrasil (2015).

  • Rui Filipe Oliveira

    Produtor / Lisboa

    Nasceu em Lisboa, em 1962. De 1979 a 1982, colaborou em alguns trabalhos de televisão e cinema em diversas áreas técnicas. Após a conclusão da licenciatura, na Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa, foi professor do ensino secundário. Em 1988, ingressou nos quadros da RTP como assistente de realização, tendo em 1995 passado a exercer as funções de produtor. Ao longo da sua carreira na RTP, tem sido responsável pela produção de vários tipos de programas de televisão, abrangendo diversas áreas onde se incluem a ficção e o documentário, bem como espetáculos musicais, desporto e entretenimento.

  • Sandra Lopes

    Produtora / Porto

    Licenciada em Ciências da Comunicação pela Universidade Fernando Pessoa e Mestrada em Comunicação Audiovisual, com especialização em Produção e Realização Audiovisual, pela ESMAE. Produtora na Rádio e Televisão de Portugal, produz o seu primeiro programa, “Às Dez”, em 1990. Responsável por vários programas de day-time e especiais da RTP. De 2002 a 2012 assume a coordenação da “Praça da Alegria”, após o que, exerce as funções de Responsável de Área de Produção Executiva na RTP no Porto. Produtora do programa Cinemax e autora do livro “Manual Prático de Produção” para cinema.

  • Sophie Monks Kaufman

    Jornalista de cinema / Londres

    Sophie Monks Kaufman está a ter uma controlada crise de identidade. Depois de três anos como jornalista na Little White Lies, agora colabora como freelance e já não sabe como escrever biografias. Corajosamente, apresenta a sua nova identidade ao Queer Lisboa: Sophie Monks Kaufman é uma escritora de jornalismo de cinema, do seu diário e de páginas rabiscadas com ideias para um filme e uma curta. Está constantemente à procura de experiências cinemáticas bem trabalhadas e enraizadas em emoções dolorosas e é, talvez, um pouco orgulhosa das suas próprias emoções dolorosas. Algumas dessas emoções podem ser encontradas no seu podcast, Spill Your Guts

  • Susanne Sachsse

    Atriz / Berlim

    Susanne Sachsse é atriz e realizadora. A sua instalação vídeo Serious Ladies (2013) estreou no Kunstwerke Berlin e foi exibida em galerias e festivais de cinema internacionais. Como atriz é conhecida por ter protagonizado vários filmes de Bruce LaBruce, e pelas suas colaborações com artistas como Yael Bartana, Phil Collins, Keren Cytter, Katya Sander. Tem uma longa carreira no teatro alemão, fez parte do Berliner Ensemble e trabalhou com Heiner Müller, Einar Schleef, Robert Wilson e Vegard Vinge/Ida Müller. Recentemente, encenou e interpretou The Magic Flute, juntamente com o músico Jamie Stewart (Xiu Xiu) e a sua colaboradora de longa data, Vaginal Davis, na 80 WSE Gallery, em Nova Iorque.

  • Tom Kalin

    Realizador / Nova York

    Cineasta, argumentista e ativista, Tom Kalin é uma figura proeminente no New Queer Cinema. Além dos filmes Swoon e Savage Grace, o seu trabalho atravessa várias formas e géneros, tendo já recebido vários prémios e aclamações críticas. É conhecido pelos seus filmes narrativos, instalações, curtas-metragens experimentais e vídeos. Como produtor, Kalin já trabalhou em I Shot Andy Warhol, de Mary Harron, e Go Fish, de Rose Troche. Foi argumentista da longa-metragem Office Killer, da artista Cindy Sherman. Já foi, por duas vezes, incluído na Whitney Biennial. Membro honorário do Guggenheim, os trabalhos de Kalin encontram-se nas coleções do Centre George Pompidou, Whitney Museum, MoMA de Nova Iorque, entre outros.